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RoboVale reúne estudantes e movimenta o câmpus com um dia de atividades práticas

Câmpus promoveu um dia de atividades práticas com competições de robótica, foguetes e oficinas ambientais

  • Publicado: Segunda, 29 de Junho de 2026, 07h25
  • Última atualização em Quinta, 02 de Julho de 2026, 13h32

O câmpus Lajeado do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul) reuniu, no dia 25 de junho, um dia inteiro de atividades práticas, com competições de robótica, lançamento de foguetes, disputa de carrinhos de papelão e oficinas ambientais. Entre os destaques esteve a primeira edição do RoboVale, competição de robótica que reuniu participantes de sete câmpus do IFSul e de escolas da região.

O que foi o RoboVale

O RoboVale nasceu da vontade de criar uma competição de robótica no Vale do Taquari. O câmpus Lajeado já desenvolvia atividades na área de automação e robótica e participava de disputas em outras cidades. A partir dessa experiência, surgiu a ideia de organizar um evento próprio, que aproximasse escolas, estudantes e professores da região. A organização foi do clube de robótica do câmpus, que já estava em atividade há dois anos e meio e reunia cerca de 60 membros.

Como funcionaram as competições

As provas aconteceram em três modalidades, distribuídas em arenas que funcionaram simultaneamente durante o evento. No seguidor de linha, os robôs percorreram, de forma autônoma, um circuito sobre uma linha preta em fundo branco, no menor tempo possível. No sumô, dois competidores se enfrentaram dentro de um dojô circular e tentaram empurrar o robô adversário para fora do tatame. Já no futebol de robôs, o objetivo foi marcar o maior número de gols em partidas de cinco minutos.

Cada categoria abriu espaço para estudantes com diferentes níveis de experiência. A modalidade Lego utilizou exclusivamente kits educacionais e funcionou como porta de entrada para quem estava começando. Nas categorias guiadas, o piloto comandou o robô em tempo real. Nas autônomas, após a largada, não houve interferência humana, e a máquina percebeu o ambiente e tomou decisões de forma independente. Já a categoria livre ofereceu mais liberdade de construção, com componentes, motores e estruturas escolhidos pelas próprias equipes.

A montagem dos robôs ficou a cargo dos estudantes. Os professores atuaram como orientadores, auxiliando na organização dos projetos e na aprendizagem de mecânica, eletrônica e programação. A proposta do RoboVale foi oferecer uma experiência prática de engenharia, incentivando os alunos a pesquisar, testar soluções, corrigir problemas e aprimorar os projetos ao longo do tempo.

A primeira edição também marcou a continuidade do trabalho desenvolvido pelo clube de robótica com o projeto Lajebots, ampliando o acesso à robótica entre os jovens da região. 

Outras atividades pelo câmpus

Além dos torneios de robótica, o câmpus recebeu outras competições e oficinas ao longo do dia, como disputas de foguetes e de carrinhos de mão feitos de papelão.

Também foram realizadas, pela manhã e à tarde, oficinas em alusão à Semana do Meio Ambiente. Entre elas estiveram as oficinas de sabão, terrário e hotel de insetos.

 

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